Fruta com L: 11 Frutas que Começam com a Letra L (2026)

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Procurando uma fruta com L para o trabalho da escola, uma rodada de adedonha ou só por curiosidade? Esta lista reúne 11 frutas que começam com a letra L — do limão e laranja do dia a dia à langsat asiática que quase ninguém conhece. Cada uma traz foto, nome científico e o que tem de especial, em linguagem direta, para quem quer entender sem complicação. No fim, você sabe quais frutas com a letra L existem no Brasil, quais são exóticas e como diferenciar lima de limão.

Resposta direta: as 11 frutas que começam com a letra L são laranja, limão, lima, lichia, longana, lúcuma, lacucha, lulo, lobeira, langsat e laranja-de-pacu. As três primeiras frutas com a letra L são fáceis de achar no Brasil; as outras vão do raro ao quase inacessível. Cada uma é detalhada abaixo.

Atualizado em abril de 2026 com revisão de nomes científicos, sazonalidade no Brasil, novas perguntas frequentes e curiosidades verificáveis em fontes oficiais (Embrapa e ICMBio).

Como esta lista foi montada: partimos de bases botânicas reconhecidas (Embrapa, ICMBio e referências em Sapindaceae, Sapotaceae e Solanaceae) para confirmar nome científico, origem e ocorrência no Brasil de cada fruta com a letra L. Espécies que aparecem em outras listas, mas que botanicamente não são frutas (como a “lentilha”), foram deixadas de fora.

Resumo rápido: tabela das 11 frutas com a letra L

Antes de mergulhar nos detalhes, esta tabela resume as frutas que começam com a letra L que você vai conhecer aqui. Use como uma “cola” rápida para identificar cada fruta com letra L e saber se vale procurá-la na feira. Em seguida, cada uma ganha sua própria seção.

Fruta Nome científico Origem Encontra no Brasil?
Laranja Citrus × sinensis Sudeste asiático Sim, fácil
Limão Citrus × latifolia (Taiti) Sudeste asiático Sim, fácil
Lima Citrus limettioides Ásia Sim, em feiras
Lichia Litchi chinensis Sul da China Sim, sazonal
Longana Dimocarpus longan Sul/Sudeste asiático Raramente
Lúcuma Pouteria lucuma Andes (Peru) Em pó importado
Lacucha Artocarpus lacucha Sul asiático Não
Lulo (naranjilla) Solanum quitoense Andes Raramente
Lobeira Solanum lycocarpum Cerrado (Brasil) Sim, no Cerrado
Langsat Lansium parasiticum Sudeste asiático Não
Laranja-de-pacu Pouteria glomerata América do Sul Sim, na Amazônia

Laranja: a fruta com a letra L mais consumida do Brasil

A laranja (Citrus × sinensis) é, de longe, a fruta com a letra L mais consumida do Brasil. O nome científico tem aquele sinal de multiplicação porque ela é um híbrido natural: surgiu do cruzamento entre o pomelo e a tangerina, ainda na Ásia, e se espalhou pelo mundo a partir das navegações.

O Brasil é o maior produtor mundial de laranja há décadas. A maior parte da safra vai para a indústria de suco concentrado, segundo dados da Embrapa Mandioca e Fruticultura. Em casa, a laranja é a principal fonte de vitamina C da dieta brasileira.

Laranja madura cortada ao meio mostrando a polpa, fruta com a letra L mais consumida no Brasil

  • Família: Rutaceae
  • Sabor: doce com toque ácido, varia muito entre as variedades (Pera, Bahia, Lima, Seleta)
  • Curiosidade: a laranja-da-baía, a mais comum nos mercados, é praticamente sem sementes — uma característica que apareceu por mutação espontânea no século XIX.

Limão: a fruta com letra L mais usada na cozinha brasileira

O limão que aparece na maioria das mesas do Brasil é o limão-taiti (Citrus × latifolia), aquele verde, sem sementes, que se espreme na caipirinha e no peixe. Apesar do nome, ele não veio do Taiti — surgiu provavelmente de um cruzamento entre o limão-galego e outra espécie cítrica, e ficou conhecido assim porque foi muito cultivado na ilha.

Outro tipo comum é o limão-siciliano (Citrus × limon), de casca grossa e amarela, mais usado em receitas de confeitaria. Também há o limão-galego (Citrus × aurantiifolia), pequeno e amarelado quando maduro, base do limão de muitos sítios.

Limão-taiti verde inteiro e cortado ao meio sobre tábua de madeira

  • Família: Rutaceae
  • Sabor: ácido, com aroma intenso na casca
  • Curiosidade: o “ácido cítrico” do limão é o que torna o suco capaz de “cozinhar” peixe a frio — é a base do ceviche.

Lima: a fruta com letra L que vive sendo confundida com limão

Aqui mora uma das maiores confusões da fruteira brasileira. “Lima” e “limão” são nomes que mudam de país para país. No Brasil, “lima” costuma se referir à lima-da-pérsia (Citrus limettioides), uma fruta cítrica doce, sem acidez quase nenhuma — bem diferente do limão-taiti.

Para você visualizar: a lima-da-pérsia parece um limão amarelado, mas o suco é suave, sem aquela “ardência” do limão. É comum no chá pós-gripe das avós.

Lima-da-pérsia amarelada inteira, fruta cítrica doce começando com letra L

  • Família: Rutaceae
  • Sabor: doce, levemente perfumada, sem acidez
  • Curiosidade: em inglês, “lime” significa o nosso limão-taiti — não a nossa lima. Por isso receitas traduzidas costumam errar a fruta.

Lichia: a “uva chinesa” que conquistou o Brasil

A lichia (Litchi chinensis) é uma fruta tropical originária do sul da China, onde é cultivada há mais de 2 mil anos. Tem uma casca rosada e áspera que se quebra fácil com a unha, revelando uma polpa branca, gelatinosa, com aroma floral. No centro, um caroço grande e marrom.

No Brasil, a lichia está cada vez mais comum em supermercados entre dezembro e janeiro — é uma fruta de verão. Os principais polos de produção ficam em São Paulo e Minas Gerais.

Cacho de lichias maduras com casca rosada e uma fruta aberta mostrando a polpa branca

  • Família: Sapindaceae
  • Sabor: doce, perfumado, lembra uva e pêssego juntos
  • Curiosidade: a lichia é da mesma família botânica do guaraná. Apesar da semelhança aparente, o fruto que mais lembra a lichia é a longana, sua “irmã” mais discreta.

Longana: a prima da lichia, conhecida como “olho-de-dragão”

A longana (Dimocarpus longan), também chamada de longan, é parente próxima da lichia. A casca é marrom-clara e mais lisa, e a polpa é translúcida, quase como uma geleia. O nome popular em chinês — lóngyǎn — significa “olho de dragão”, uma referência ao caroço escuro visto através da polpa transparente.

É uma fruta rara nos mercados brasileiros, mas existem pequenos plantios em São Paulo. No sudeste asiático, é usada tanto in natura quanto em chás e compotas.

Longana com casca marrom e fruta aberta mostrando polpa translúcida e caroço escuro

  • Família: Sapindaceae
  • Sabor: doce, com nota amadeirada, menos perfumado que a lichia
  • Curiosidade: diferentemente da lichia, a longana costuma ser comercializada seca em mercados asiáticos, parecida com uma passa.

Lúcuma: o sorvete favorito do Peru

A lúcuma (Pouteria lucuma) é uma fruta dos Andes, especialmente popular no Peru. Por fora, lembra um abacate verde-amarelado. Por dentro, a polpa é amarela, firme e com sabor único — algo entre batata-doce e damasco, com aroma de caramelo. É raramente consumida fresca, mesmo no Peru: o uso clássico é em forma de pó, para sorvete e doce de leite.

No Brasil, a polpa fresca é praticamente impossível de encontrar. Já o pó de lúcuma chega como ingrediente importado em lojas de produtos naturais e na confeitaria especializada.

Lúcuma cortada ao meio mostrando polpa amarela firme, fruta com letra L originária dos Andes

  • Família: Sapotaceae
  • Sabor: doce, com notas de caramelo e batata-doce
  • Curiosidade: a lúcuma é o sabor de sorvete mais vendido do Peru — à frente de chocolate e morango.

Lacucha: a parente esquecida da jaca

A lacucha (Artocarpus lacucha) é uma fruta do sul asiático, principalmente Índia, Bangladesh e Tailândia. É da mesma família botânica da jaca e da fruta-pão — e, olhando de perto, dá para perceber a semelhança: superfície segmentada, polpa amarelada e sabor que mistura doce e levemente azedo.

Não é cultivada comercialmente no Brasil. Aparece eventualmente em coleções botânicas e jardins agroflorestais experimentais.

Lacucha amarela com polpa exposta, fruta asiática parente da jaca

  • Família: Moraceae
  • Sabor: agridoce, lembra jaca jovem
  • Curiosidade: na medicina tradicional indiana (Ayurveda), a casca da árvore é usada há séculos como anti-inflamatório.

Lulo (naranjilla): a “laranja andina” verde por dentro

O lulo (Solanum quitoense), também chamado de naranjilla, parece um tomate alaranjado por fora, mas surpreende ao ser aberto: a polpa é verde fluorescente, com sementes pequenas. Vem dos Andes, sobretudo Colômbia e Equador, onde virou o suco mais popular do café da manhã.

O sabor é ácido, fresco, lembrando uma mistura entre maracujá, abacaxi e morango. No Brasil, é cultivado em escala bem pequena, principalmente em propriedades familiares no Sul.

Lulo ou naranjilla cortado mostrando polpa verde por dentro, fruta andina com letra L

  • Família: Solanaceae (a mesma do tomate e da batata)
  • Sabor: ácido e perfumado, parece maracujá com abacaxi
  • Curiosidade: o lulo é parente direto do tomate. Na América Andina, é tão básico quanto a laranja para nós.

Lobeira: a “fruta do lobo” do Cerrado brasileiro

A lobeira (Solanum lycocarpum) é uma fruta nativa do Cerrado, encontrada em quase todo o Centro-Oeste e parte do Sudeste do Brasil. Recebeu esse nome popular porque é alimento favorito do lobo-guará — tanto que outro apelido seu é “fruta-do-lobo”. O lobo-guará chega a se alimentar dela quase diariamente quando está madura, segundo estudos do ICMBio sobre a espécie.

Por fora, a lobeira parece uma maçã verde-amarelada, do tamanho de uma laranja. Por dentro, a polpa é cheia de sementes pequenas. Não é comum comer in natura — o sabor é amargo e a textura, áspera. O uso tradicional no Cerrado é em doces e geleias depois de longo cozimento, ou como remédio popular.

Lobeira amarela pendurada na lobeireira, fruta nativa do Cerrado brasileiro

  • Família: Solanaceae
  • Sabor: amargo cru; agradável quando bem cozido em doce
  • Curiosidade: a relação lobeira-lobo-guará é tão estreita que a fruta participa do ciclo de dispersão natural das sementes do Cerrado — o lobo come, e as sementes germinam após passar pelo trato digestivo dele.

Langsat: a fruta translúcida do sudeste asiático

O langsat (Lansium parasiticum) é cultivado principalmente na Indonésia, Malásia, Tailândia e Filipinas. Cresce em cachos pendurados nos galhos da árvore, e cada fruto tem mais ou menos o tamanho de uma azeitona graúda. Por dentro, a polpa é dividida em gomos translúcidos, parecidos com os do mangostão.

O sabor varia muito: quando verde, é bem ácido, parecido com kiwi; quando bem maduro, fica doce e perfumado. Não é cultivado no Brasil — chega ocasionalmente apenas em jardins botânicos.

Cacho de langsat com cascas amarelas e gomos translúcidos visíveis ao fundo

  • Família: Meliaceae
  • Sabor: agridoce, ácido quando verde, doce quando maduro
  • Curiosidade: a casca do langsat tem um látex grudento, e por isso o povo do sudeste asiático costuma queimá-la para repelir mosquitos.

Laranja-de-pacu: a fruta amazônica que alimenta a fauna

A laranja-de-pacu (Pouteria glomerata) é uma fruta nativa da América do Sul, comum na Amazônia, no Pantanal e em matas ciliares do Brasil. O nome vem do peixe pacu, que se alimenta dela quando os frutos caem na água, durante a cheia dos rios. É uma fruta-chave para a alimentação de várias espécies de peixes, aves e mamíferos da Amazônia, segundo material de divulgação científica do ICMBio.

O fruto é pequeno, redondo, amarelo-alaranjado quando maduro, e a polpa é doce. Não é comercializada em grande escala — é mais consumida em comunidades ribeirinhas e como alimento da fauna.

Laranja-de-pacu pendurada no galho, fruta amazônica nativa começando com a letra L

  • Família: Sapotaceae
  • Sabor: doce, parecido com sapoti
  • Curiosidade: a laranja-de-pacu é um exemplo clássico de “ictiocoria” — quando peixes dispersam as sementes de uma planta. Sem os pacus, a árvore espalharia muito menos.

Qual fruta com a letra L é a mais comum no Brasil?

Entre as frutas com a letra L, sem dúvida, o limão e a laranja são as mais comuns no Brasil. Ambas são produzidas em escala industrial, custam pouco e estão em qualquer feira ou supermercado o ano inteiro. A lima-da-pérsia é a terceira mais fácil de achar, principalmente no Sudeste. A lichia aparece sazonalmente entre novembro e fevereiro. As demais (lulo, lúcuma, lacucha, langsat e lobeira) são raras ou só existem em regiões específicas.

Sazonalidade: quando cada fruta com a letra L aparece

Para o leitor brasileiro, vale a pena saber em que mês procurar cada uma das frutas com letra L. As épocas são aproximadas e variam entre regiões e variedades:

  • Laranja: o ano todo, com pico de maio a outubro
  • Limão-taiti: o ano todo, mais barato no verão
  • Lima-da-pérsia: abril a setembro
  • Lichia: novembro a fevereiro
  • Longana: dezembro a março (rara nas feiras)
  • Lúcuma: o pó importado é vendido o ano todo; in natura, praticamente não chega
  • Lacucha: não há safra comercial no Brasil
  • Lulo (naranjilla): chegada esporádica entre outubro e abril, sobretudo no Sul
  • Lobeira: setembro a dezembro, no Cerrado
  • Langsat: não cultivado no Brasil; junho a outubro nos países de origem
  • Laranja-de-pacu: dezembro a abril, na Amazônia, em sintonia com a cheia dos rios

Quem quer experimentar uma fruta com a letra L diferente do dia a dia tem mais chance de encontrar a lichia entre dezembro e janeiro — e a lobeira durante o passeio pelo Cerrado, no fim do ano.

Perguntas frequentes sobre frutas que começam com L

Quantas frutas começam com a letra L?

Considerando frutas com algum reconhecimento botânico ou popular, é possível listar pelo menos 11 frutas que começam com a letra L: laranja, limão, lima, lichia, longana, lúcuma, lacucha, lulo, lobeira, langsat e laranja-de-pacu. Existem outras menos conhecidas, mas essas são as principais para o público brasileiro.

Qual é a fruta com L mais rara no Brasil?

O langsat e a lacucha são praticamente impossíveis de encontrar fora de jardins botânicos ou coleções experimentais. Logo depois vêm o lulo e a lúcuma — vendidas, no máximo, em pó importado de Colômbia e Peru.

Limão é fruta?

Sim. O limão é uma fruta cítrica, ou seja, do mesmo grupo da laranja, da lima e da tangerina. Em termos botânicos, é uma “hesperídio” — um tipo específico de baga com polpa dividida em gomos e casca rica em óleos.

Qual a diferença entre lima e limão?

No Brasil, “lima” geralmente é a lima-da-pérsia, doce e quase sem acidez. “Limão” é a versão ácida — o limão-taiti verde ou o limão-siciliano amarelo. Em inglês, os nomes se invertem: “lime” é o limão-taiti e “lemon” é o limão-siciliano. Por isso muita receita traduzida confunde.

A lobeira pode ser comida?

Pode, mas não in natura. A lobeira tem polpa amarga e áspera quando crua. O uso tradicional no Cerrado é em doces, geleias e xaropes — sempre depois de longo cozimento. Antes de testar uso medicinal, vale conversar com um profissional de saúde, já que a planta tem compostos alcaloides em pequena quantidade.

Comer lichia engorda?

A lichia tem cerca de 65 calorias a cada 100 gramas, segundo tabelas nutricionais comuns. É uma fruta calórica para o porte, mas longe de ser uma campeã do açúcar — o problema costuma ser comer dezenas de uma vez, porque ela é pequena e gostosa.

Frutas com L brasileiras x exóticas: como diferenciar

Entre as frutas com a letra L que apareceram na lista, apenas duas são nativas do Brasil: a lobeira, do Cerrado, e a laranja-de-pacu, comum na Amazônia e no Pantanal. As demais vieram de fora — a maioria da Ásia (limão, lima, lichia, longana, lacucha, langsat) e algumas dos Andes (lúcuma e lulo). A laranja também é asiática de origem, mas hoje o Brasil é o maior produtor mundial. Saber a origem ajuda a entender a sazonalidade e o porquê de algumas dessas frutas com L serem tão raras nas feiras brasileiras.

Veredito final sobre as frutas com a letra L

Em resumo, as frutas com a letra L formam um grupo bastante diverso: cobrem desde os citros do quintal até frutas raras como o langsat, a lacucha e a lúcuma. Para o uso cotidiano — receita, escola ou jogo de adedonha — qualquer uma das três primeiras (laranja, limão e lima) já resolve a busca por uma fruta com L. Para um trabalho de pesquisa mais completo, vale citar pelo menos duas exóticas, como a lichia e a lúcuma, e uma fruta nativa do Brasil, como a lobeira ou a laranja-de-pacu. Assim a lista cobre frutas comuns e frutas que começam com a letra L pouco conhecidas, mostrando que essa é uma das letras mais ricas do alfabeto brasileiro de frutas.

Continue explorando frutas por letra

Esta lista de frutas com a letra L faz parte de um guia maior sobre frutas por letra. Se você está montando uma fruta com L para um trabalho da escola ou fechando o alfabeto inteiro, vale conhecer também: frutas com a letra A, frutas com a letra B, frutas com a letra C, frutas com a letra D, frutas com a letra J, frutas com a letra K, frutas com a letra M, frutas com a letra P e frutas com a letra T. Quem quiser ir mais fundo na lichia pode ler nosso guia sobre benefícios da lichia para a saúde, ou descobrir quais frutas exóticas podem ser cultivadas no Brasil.

Fontes e referências

Para verificar dados de produção brasileira de citros e outras frutas com a letra L cultivadas no país, consulte a página oficial da Embrapa Mandioca e Fruticultura. Os dados de safra de laranja, limão e lima também aparecem no painel de fruticultura da Conab e do Ministério da Agricultura. Para informações sobre o lobo-guará e a lobeira como parte da dieta da espécie, vale visitar o material da ICMBio sobre a fauna do Cerrado.