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Nomes de Árvores de A a Z com Imagens

Árvores são sempre uma excelente provisão. Aquela sombra providencial quando sob um Sol escaldante, aquele balanço excitante que encanta a criançada (e um monte de adultos também), aquelas frutas deliciosas que transformam um bocado de gente de bem em ladrões nas beiras de estradas, aquelas folhas caídas de outono que só agradam os poetas mas que também tiram o adolescente preguiçoso da ociosidade dentro de casa…

Quantas árvores tem onde você mora? Conhece todas elas por nome e conhece o valor de cada uma delas? Nesse mundo moderno damos tão pouco valor a natureza que nos rodeia, ignorando a importância que isso tem na nossa vida. Então vamos falar um pouquinho delas, da letra A até a letra Z, vamos conhecer uma de cada.

Amendoeira – prunus dulcis

Amendoeira
Amendoeira

A amendoeira é uma árvore que pode crescer entre 04 a 10 metros, desenvolve uma ramificação de diminutas flores belíssimas, é uma árvore milenar e seus frutos; bem, os seus frutos é daqueles tipos que servem pra um monte de coisas. Leite de amêndoa, farinha de amêndoa, xarope de amêndoa, óleo de amêndoa. Se você quiser, serve até pra comer crua também essa danada.

Bisnagueira – spathodea campanulata

Bisnagueira
Bisnagueira

Apesar de ser considerada uma árvore ornamental e ser muito apreciada por suas flores em forma de cálice de um laranja bem forte, quase vermelho, essa árvore é considerada entre as cem piores espécies invasoras do mundo.

Caliandra – calliandra calothyrsus

Caliandra
Caliandra

Árvore arbustiva com tamanhos entre 4 e 6 metros de altura, muito usada para reflorestamento, forrageamento do gado ou para o aproveitamento de lenha. Em alguns lugares pode ser considerada uma árvore invasora.

Diospireiro – diospyros kaki

Diospireiro
Diospireiro

De todas as árvores que selecionei aqui nesse artigo, talvez essa seja a que mais poderá surpreender. Isto porque o nome dióspiro certamente não é tão popular quanto caqui. Isso mesmo, essa é a árvore que produz o caqui. É uma árvore semelhante a macieira, que atinge em torno de 10 metros de altura e desenvolve uma flor branca muito bonita, além dessa fruta dos deuses.

Embaúba – cecropia hololeuca

Embaúba
Embaúba

Muitas espécies desse gênero cecropia são conhecidas popularmente aqui como embaúba e, em sua maioria, são consideradas árvores invasoras (“ervas daninhas”). Porém, dentre as mais de 50 espécies aceitas do gênero, existem aqueles que são úteis para a fabricação de guitarras, redes, fósforos e outros utensílios.

Freixo – fraxinus excelsior

Freixo
Freixo

Árvore com média de 20 metros, tem em suas folhas grande valor na medicina alternativa e tem também muito valor por sua madeira na fabricação de diversos tipos diferentes de artefatos. Antigamente até moldes de carros clássicos já utilizaram dessa madeira. Hoje tem sido muito usada para a fabricação de guitarras muito conceituadas.

Guaraperê – lamanonia speciosa

Guaraperê
Guaraperê

Lamanonia speciosa parece ser considerado sinônimo de lamanonia ternata, descrevendo a mesma espécie. A taxonomia desse gênero de árvore é assunto de muita discussão científica ainda, e as informações a respeito são poucas e imprecisas. Mas trata-se de uma árvore recorrente nos biomas caatinga e mata atlântica brasileiro.

Hibisco – hibiscus rosa sinensis

Hibisco
Hibisco

É uma árvore arbustiva que não excede os 5 metros de altura, cujas flores são muito apreciadas por sua beleza. Muito usada como planta ornamental, apesar de suas flores serem também apreciadas para comer ou para usos cosméticos; e suas folhas serem utilizadas na fabricação de produtos para lustrar sapatos.

Imbuia – ocotea porosa

Imbuia
Imbuia

Apesar de existir também em um ou outro país da América do Sul, é aqui no Brasil que essa árvore mais existe e tem um inestimável valor, principalmente para a marcenaria brasileira. Seus troncos são matéria prima super estimada para a fabricação de móveis e outros materiais de qualidade nobre. Mas exatamente por isso está ameaçada de extinção e há leis de conservação para a espécie.

Jambeiro – eugenia malaccensis

Jambeiro
Jambeiro

Essa árvore, que cresce menos de 20 metros invariavelmente, é da mesma família das árvores que produzem o jamelão, a pitanga, ou a goiaba. Essa aqui produz o jambo e tem umas flores avermelhadas muito bonitas que parecem pompons. Apesar de ser uma árvore nativa da Ásia, pode ser vista em alguns estados brasileiros.

Koereuteria – koelreuteria paniculata

Koereuteria
Koereuteria

Árvore de pequeno a médio porte com altura média de 7 metros, muito usado no mundo todo para paisagismo em função de sua linda floração amarela e pela sua formação natural de cúpula. Apesar de estar descrita aqui na letra K, popularmente é mais descrita com as letras C (coreutéria) ou com a letra Q (quereutéria).

Louveira – cyclolobium vecchi

Louveira
Louveira

Apesar de pouca informação disponível, todas as espécies dessa árvore são comuns no Brasil, algumas ameaçadas de extinção. Apesar de haver no gênero uma espécie denominada cyclolobium louveira e outra denominada cyclolobium brasiliensi, somente essa aqui é mais difundida como a louveira verdadeira, tendo sido retirado atribuído a ela a inspiração para nomear uma cidade de São Paulo com seu nome, Louveira.

Mirindiba – lafoensia glyptocarpa

Mirindiba
Mirindiba

Uma espécie de árvore da mata atlântica brasileira, cujo tamanho pode se estender a mais de 20 metros de altura. Muito usada também para ornamentação de áreas urbanas ou para revitalizar regiões desbastadas.

Nêspera – eriobotrya japonica

Nêspera
Nêspera

Aqui no Brasil a frutinha dessa árvore também é conhecida como ameixa amarela. Apesar da menção japônica em seu nome científico, essa árvore de 10 metros de altura em média é proveniente da China.

Oliveira – olea europaea

Oliveira
Oliveira

Árvore arbustiva, cujo tamanho fica em torno de 8 a 15 metros, muito difundida em diversos países pelo mundo. Essa é a árvore da azeitona, do azeite de oliva… Uma árvore milenar que ganhou até menção nas histórias da Bíblia Sagrada.

Pindaíba – duguetio lanceolata

Pindaíba
Pindaíba

Talvez já tenha usado essa expressão ‘pindaíba’ como uma gíria popular pra descrever a falta de dinheiro, mas provavelmente nem sabia que trata-se de uma árvore, recorrente tanto na mata atlântica como no cerrado brasileiro, cujos galhos eram muito usados pelos indígenas para fazer varas de pesca.

Quixabeira – sideroxylon obtusifolium

Quixabeira
Quixabeira

Uma espécie muito comum da caatinga brasileira, essa árvore é muito usada na medicina alternativa e produz bagas comestíveis. Parece estar suscetível a extinção e exigindo projetos de preservação.

Resedá – lagerstroemia indica

Resedá
Resedá

Essa árvore com altura média até seis metros, é muito difundida no Brasil para ornamentação de áreas urbanas. Suas flores, em diferentes árvores, podem se desenvolver nas cores branca, rosa, malva, roxa ou carmim com pétalas onduladas.

Sumaúma – ceiba pentandra

Sumaúma
Sumaúma

Sumaúma, também conhecido como mafumeira, pode ser o nome tanto dado a árvore como ao tipo de algodão extraído das vagens de sementes dessa árvore. Uma árvore muito tradicional e conceituada em diversos países, tanto em folclores locais, como pela utilização comercial incluindo esse algodão muito utilizado para forros e enchimentos.

Tamanqueiro – alchornea glandulosa

Tamanqueiro
Tamanqueiro

O tamanqueiro ou tapiá é uma árvore nativa da América do Sul, recorrente inclusive no Brasil principalmente nas regiões sudeste e sul. Cresce a alturas entre 10 e 20 metros, produz frutos muito apreciados pelos pássaros e suas flores são perfeitas fornecedoras de matéria prima para as abelhas produtoras de mel. Os humanos apreciam a utilização da madeira dessas árvores.

Ulmeiro – ulmus minor

Ulmeiro
Ulmeiro

Esta é daquelas árvores bonitas, frondosas, de muitos galhos e folhas vistosas que podem crescer a alturas superiores a 30 metros e sobreviver por centenas de anos. O tipo de árvore que fica linda de se ver no meio de uma praça, ou na entrada principal de uma cidade, ou aonde precisar de um marco natural, perpétuo e impressionante, e digno de ser apreciado.

Veludo – guettarda viburnoides

Veludo
Veludo

É uma árvore arbustiva cuja altura média dificilmente ultrapassa os cinco metros. Geralmente é vista em áreas úmidas: nas costas de rios e córregos, inclusive aqui no Brasil. Seu nome popular ‘veludo’ provavelmente é dado em função das frutinhas que produz, frutinhas pequenas e negras bem aveludadas. Essa vilosidade na pele da fruta é bem apreciada.

Xixá – sterculia apetala

Xixá
Xixá

Pra quem não sabe, essa é a árvore preferida de nidificação da ararinha azul. E é usada para produzir caixas, engradados, madeira industrial e doméstica, canoas e cabos de ferramentas. A árvore é muitas vezes cultivada para sombra, resultante de suas grandes folhas.

Wampi – clausena lansium

Wampi
Wampi

Árvore nativa do sudeste Ásia que pode atingir média de 20 metros de altura, produtora de uma frutinha amarela muito popular naquela região, em países como China, Vietnã, Filipinas, Malásia, Indonésia, Índia, etc. Há uma frutinha conhecida por aqui como falso mangostão que talvez esteja se referindo a essa mesma fruta.

Zimbro – juniperus communis

Zimbro
Zimbro

O barato dessa árvore é que existem subespécies que crescem como pequenos arbustos e outras subespécies que podem se tornar grandes árvores com mais de dez metros de altura. O zimbro tem grande importância em vários segmentos, como a culinária e a marcenaria, só para exemplificar.

Açacu – hura crepitans

Açacu
Açacu

Uma árvore nativa das regiões tropicais da América do Norte e do Sul, incluindo a Floresta Amazônica. A fruta dessa árvore meio que “explode” quando fica madura, lançando sementes tão longe quanto cem metros (pelo menos é o que dizem). É uma árvore de muitas espinhas pontiagudas e possui também uma seiva venenosa. Dizem que os pescadores usam a seiva láctea e cáustica dessa árvore para envenenar peixes. E índios também usavam essa seiva cáustica nas pontas das flechas.

Agáti – sesbania grandiflora

Agáti
Agáti

É uma árvore que cresce rápido mas fica pequena e macia, entre 3 a 8 m de altura. Típica do sudeste da Ásia e norte da Austrália, bem como de muitas partes da Índia e do Sri Lanka. As vagens, folhas jovens e também suas flores são consideradas comestíveis em várias regiões asiáticas, incluindo Tailândia, Vietnã e Sri Lanka.

Aglaia – aglaia odorata

Aglaia
Aglaia

Essa árvore típica da península indonésia, é considerada uma árvore boa para ornamentação. Não cresce muito (cerca de 5 m), possui folhas de um verde vívido sempre presentes e umas flores pequeninas amarelo-douradas muito perfumadas. Mas é preciso podar pois ramifica muito para os lados. Além da beleza, ramos, folhas, frutos e folhas são muito utilizados na medicina alternativa para diversos tratamentos diferentes.

Albízia – albizia lebbeck

Albízia
Albízia

Em alguns lugares usa-se nomes comuns preconceituosos para se referir a esta árvore, como ‘cabeça de negro’ ou ‘árvore da língua de mulher’. Ao que tudo indica esses nomes se devem a formação de grandes vagens cujas sementes fazem muito barulho enquanto chocam. São árvores grandes de até 3o m de altura que podem ser encontradas no Cerrado do Brasil, apesar de ser nativa da península indonésia e Austrália.

Alecrim de Campinas – holocalyx glaziovii

Alecrim de Campinas
Alecrim de Campinas

Essa árvore é nativa aqui mesmo do Brasil e o destaque vai para seu fruto que parece ser muito carnudo, consistente. Esse fruto é conhecido comumente como bago de morcego ou fruto de veado. A árvore é mediana, crescendo entre 12 a pouco mais de 20 metros de altura e é típica da mata atlântica brasileira.

Aleluia – cassia multijuga

Aleluia
Aleluia

Há várias sinonímias para se referir a essa espécie de árvore em sua classificação científica, até porque ainda existe algumas contestações quanto a sua taxonomia. Mesmo o nome comum da árvore pode ser outro, como fedegoso do rio entre outros. Mas basicamente, tudo se refere a essa árvore pequena de até 5 m de altura, muito usada como árvore ornamental em urbanização devido a grande copa que forma e sua bonita floração amarela.

Alfeneiro do Japão – ligustrum lucidum var. japonicum

Alfeneiro do Japão
Alfeneiro do Japão

O epíteto específico em latim lucidum significa “brilhante”, referindo-se às folhas persistentes e vívidas dessa pequena árvore. Esses tipos de árvores geralmente não crescem muito e produzem sebes densas e frutíferas muito apreciadas como plantas ornamentais.

Ambaúrana – amburana claudii

Ambaúrana
Ambaúrana

Essa árvore está presente no nordeste do Brasil, principalmente nas regiões do Ceará e na Bahia. Seu fruto, a cumarina, é usado principalmente por suas propriedades medicinais para combater problemas respiratórios (asma, tosse, congestão nasal) e inflamação, ou para facilitar a cicatrização da pele. Tem sido usado muito como tempero também, mas aí exige cuidados pois overdose de cumarina é perigosa para a saúde.

Amargoso – aspidosperma polyneuron

Amargoso
Amargoso

Essa é a famosa peroba, madeira muito utilizada em carpintaria e marcenaria, na fabricação de esturturas ou móveis pesados. Essa espécie encontra-se na lista das espécies para conservação no Brasil e na Venezuela.

Ameixa do Mato – ximenia americana var. americana

Ameixa do Mato
Ameixa do Mato

Talvez conheça essa árvore, ou seu fruto, como umbu bravo ou ameixa do pará. É uma árvore pequena, crescendo cerca de 4 ou 5 metros apenas e produz flores muito cheirosas. Suas frutas são amarelas e comestíveis ( a variação americana produz frutos mais avermelhados ).

Arre-Diabo – cnidosculus pubescens

Arre-Diabo
Arre-Diabo

São árvores do tipo urtiga muito recorrente em território brasileiro. A maioria das árvores do gênero cnidosculus, aliás, são endêmicas do Brasil. Essa é também conhecida como cansação.

Árvore do Céu – ailanthus altissima

Árvore do Céu
Árvore do Céu

O interessante dessa árvore é que, apesar de se desenvolver com uma aparência magnífica, ela perde seu encanto por conta de seu odor que não agrada a muitos e por ser persistente como erva daninha. Há quem compare o cheiro dessa árvore a sêmem. Em muitos países, é uma árvore indesejável e considerada invasora.

Árvore Dodô – sideroxylon grandiflorum

Árvore Dodô
Árvore Dodô

Essa árvore tem uma histórica envolvida em crenças desacreditadas. Pensava-se que essa árvore só se propagava depois que a ave dodô a comia e depois defecava suas sementes. Só então as sementes eram capazes de germinar. Com a extinção do dodô, a árvore também quase foi extinta. Mas a árvore ainda existe até hoje, então…

Árvore da Chuva – samanea saman

Árvore da Chuva
Árvore da Chuva

Uma árvore que produz uma copa assimétrica bem ampla, ás vezes com mais de 40 m de diâmetro. É conhecida como árvore da chuva pelo potencial de absorção que ela tem. As vezes já parou de chover há dias e embaixo da copa da árvore o chão ainda permanece todo molhado. São árvores que crescem acima dos 20 m e podem ser vistas em regiões da Amazônia e também no Pantanal do Brasil.

Árvore do Dinheiro – dilenia indica

Árvore do Dinheiro
Árvore do Dinheiro

Existem outros nomes pra essa árvore que talvez você reconheça melhor como árvore pataca ou maçã de elefante. Cada nome popular provavelmente tem uma razão de ser. Foi chamada de árvore do dinheiro por exemplo porque aparentemente um dos imperadores do Brasil antigamente escondia moedas no fruto dessa árvore e brincava dizendo que a árvore produzia dinheiro. Há quem chame seu fruto de fruta cofre por isso…

Árvore Orquídea – bauhinia monandra

Árvore Orquídea
Árvore Orquídea

Também pode ser conhecida por outros nomes como pata de vaca ou asa de anjo, essa árvore é conhecida por produzir flores maravilhosas e lindas, que se assemelham a orquídeas. E por serem árvores pequenas, obviamente são muito apreciadas como árvores ornamentais.

Árvore do Paraíso – clitorea racemosa

Árvore do Paraíso
Árvore do Paraíso

Não sei porque estamos nos referindo a ela como arvore do paraíso, porque ela é muito mais conhecida comumente como sombreiro. Enfim, é uma árvore de crescimento rápido mas de tamanho mediano (máximo de 15 m) e muito usada para ornamentação urbana. Excelente árvore para trazer sombras devido a densidade de sua ramificação e folhagens.

Árvore do Viajante – ravenala madacasgariensis

Árvore do Viajante
Árvore do Viajante

Eu não sei porque chamam essa árvore de árvore do viajante (algo haver com bússola ou armazenamento de água, mas nada realmente razoável). Deveria mesmo é ser chamada de árvore leque ou árvore cauda de pavão porque em pleno desenvolvimento e maturidade, sua forma se parece é com um desses. A árvore cresce cerca de 7 m e é endêmica de Madagascar.

Aurora – dombeya spp

Aurora
Aurora

Pouco pra se dizer sobre essa árvore já que mesmo entre os botânicos há muita discórdia e pouca informação precisa sobre a espécie. Nem sei porque chamam essa árvore de aurora, mas vale destacar que a floração dessa árvore pequena (até 9 m de altura) são de flores realmente encantadoras.

Azevinho – ilex aquifolium

Azevinho
Azevinho

Árvores arbustivas que, embora sejam mais vistas como arbustos pequenos, podem crescer a alturas superiores a 10 m ou até 25 m. São os raminhos dela e suas folhas e frutos que são muito usados para formar guirlandas de Natal ou outros enfeites natalícios. Sua madeira também é muito utilizada na confecção de instrumentos musicais.

Azinheira – quercus ilex

Azinheira
Azinheira

É meio semelhante a anterior, muitas vezes até se confundem. A azinheira, no entanto, tem aparentemente um valor comercial muito maior, tanto que é até protegida em países como Portugal e Grécia. Principalmente sua madeira resistente é de grande importância em construções e fabricações diversas como navios, trens e edificações civis.

Amendoeira da Praia – terminalia catappa

Amendoeira da Praia
Amendoeira da Praia

Diferente da outra amendoeira, essa é uma espécie mais cultivada como árvore ornamental graças a sua folhagem que proporciona boa sombra. Essa é muito comum no Brasil principalmente no Rio e São Paulo. É conhecida como amendoeira da praia porque se desenvolve muito melhor em exposição solar direta. Suas amêndoas são bem gostosinhas pra quem gosta de frutos meio amargos. Tem países que usam sua madeira pra construir canoas.

Amendoim Acácia – tipuana speciosa

Amendoim Acácia
Amendoim Acácia

Muito apreciada especialmente pela arquitetura brasileira como uma ótima árvore ornamental urbana, a tipuana exibe belas folhagens e oferece sombras muito agradáveis de fato.

Amoreira – morus nigra

Amoreira
Amoreira

Agora fiquei confuso porque amora é o nome dado a frutos de pelo menos três gêneros diferentes de árvores que nem mesmo pertencem a mesma família na flora. O gênero morus é mais comum na Ásia. Aqui no Brasil, o mais comum é o gênero rubus (o gênero da framboesa). Enfim, se nossa amoreira não for morus nigra, então ela é rubus fruticosus, porque essas amoras são muito parecidas… muito!

Andassú – joanesia princeps

Andassú
Andassú

Andassú ou andá-açu… Enfim, no Brasil tem dessas coisas. Uma árvore as vezes tem tantos nomes diferentes dados a ela que você fica até confuso. Essa aqui por exemplo tem mais de 20 nomes populares diferentes. Aí fica difícil ser específico num artigo né? Mas, enfim, essa árvore é endêmica no leste de Minas Gerais, norte do Espírito Santo ao sul da Bahia e está ameaçada de extinção.

Angico – anadenanthera spp

Angico
Angico

Esse é mais um exemplo de redundância ao se referir a árvores brasileiras porque angico é uma expressão dada a muitas espécies de árvores diferentes, mesmo a espécies que pertencem até a outros gêneros (como piptadenia ou parapiptadenia). Mas enfim, dentro do gênero anadenanthera, quase todas são chamadas de angico e são árvores muito aproveitadas em estados brasileiros devido a boa qualidade de sua madeira.

Abacateiro – persea americana

Abacateiro
Abacateiro

Sobre essa árvore é mais fácil falar porque quem não conhece o abacate, não é mesmo? Apesar dessa árvore que cresce em média 20 metros ser provavelmente mexicana, ela hoje é cultivada em quase todo o mundo principalmente pelo valor nutritivo que ela confere. Mas nem vou falar muito porque o abacate é o tipo de árvore que merece um artigo só sobre ela.

Abeto – picea ou abies?

Abeto
Abeto

Aqui a confusão seria definir de qual gênero eu estaria falando, porque o nome comum abeto é usado tanto para as árvores do gênero picea como também para as árvores do gênero abies. São árvores geralmente muito grandes (acima de 50 metros de altura) da família dos pinheiros (pinaceae).

Abiu – lucuma caimito

Abiu
Abiu

Abieiro, a árvore do abiu. Nativa da Amazônia, mas pode ser encontrada em vários outros estados como no Rio de Janeiro, Bahia ou Pernambuco. A árvore cresce entre 10 e 30 metros e produz essa fruta simplesmente deliciosa? Já provou? Você tem de experimentar! Além de ter um amarelo muito bonito na casca, tem essa polpa doce e suave (o gosto é meio caramelado, muito bom).

Bico de Lacre – erythrina folkersii

Bico de Lacre
Bico de Lacre

Uma árvore que atinge cerca de 15 metros de altura, muito comum no México, mais precisamente nas florestas do sul mexicano. As flores são comestíveis, a árvore é usada como uma cerca viva. As folhas são usadas como forragem para o gado.

Bico de Pato – machaerium nictitans

Bico de Pato
Bico de Pato

Essa árvore pode ser encontrada no Brasil e também na Argentina. Ela pertence ao mesmo gênero do jacarandá, árvore de grande valor comercial por sua madeira. O bico de pato é usado, entre outras coisas, para fabricação de artesanatos de palha,como cestas, cadeiras, etc.

Bilimbi – averrhoa bilimbi

Bilimbi
Bilimbi

Talvez conheça o fruto dessa árvore pelo nomes birí birí ou biro biro. Apesar de ser nativa da Àsia, é muito plantada aqui no Brasil, especialmente na Bahia onde seu fruto é usado muito nas muquecas. Essa árvore é da mesma família da carambola, mas seu fruto é azedo tanto quanto um limão.

Biribá – rollinia mucosa

Biribá
Biribá

Arvore típica da Amazônia e da Mata Atlântica, podendo atingir alturas superiores a dez metros e produtora de uma fruta grande cujo sabor é considerado doce e suculento.

Buriti – mauritia flexuosa

Buriti
Buriti

Uma palmeira muito grande (pode ultrapassar os 30 m de altura), nativa do Brasil e Venezuela e produtora de um fruto saboroso com grande valor comercial, usado pra fazer doces entre outras coisas. Já ouviu falar do Palácio do Buriti em Brasília? Então, parece que ganhou esse nome porque foi construído numa área em que havia muitas dessas palmeiras.

Bacupari – garcinia gardneriana

Bacupari
Bacupari

Essa árvore já foi muito comum na região amazônica e nas regiões oeste-sul da mata atlântica. No Brasil seu fruto tem sido pesquisado como de valor para o combate ao câncer. Seu fruto as vezes é chamado também de mangostão amarelo.

Baobá – adansonia spp

Baobá
Baobá

São árvores africanas, especialmente de Madagascar que podem atingir alturas superiores a 30 metros e larguras tão grandes quanto 10 metros de diâmtero. Um grande elefante da savana simplesmente some atrás de uma árvore dessa. Há registro de uma baobá dessa na África do Sul com 9 metros de circunferência e quase 35 metros de altura.

Baru – dipteryx alata

Baru
Baru

Podendo ser conhecida por diversos outros nomes populares, essa árvore pode ser encontrada no cerrado brasileiro, com alturas que podem superar os 10 metros, e produtora de um fruto amendoado muito nutritivo. Apesar de seu fácil cultivo e de ser uma árvore de crescimento rápido, está ameaçada de extinção.

Chourão – salix babylonica

Chourão
Chourão

Uma árvore chinesa que pode ultrapassar os 20 metros de altura e muito utilizada como árvore ornamental. O nome popular é devido suas folhagens e ramificações que descem dos galhos como lágrimas em direção ao solo. É particularmente importante em torno dos oásis do Deserto de Gobi, protegendo a terra agrícola dos ventos do deserto. Essa é a árvore retratada numa famosa pintura de Monèt.

Cupuaçu – theobroma grandiflorum

Cupuaçu
Cupuaçu

Essa árvore é nativa da selva amazônica, encontrada tanto na parte brasileira da selva como nas partes colombianas, bolivianas e peruanas. É uma árvore mediana entre 10 e 20 metros de altura, parente da árvore do cacau, que produz o famoso cupuaçu, o fruto nacional do Brasil.

Damasqueiro – prunus armeniaca

Damasqueiro
Damasqueiro

É a árvore do damasco, ou abricó (mundialmente conhecido como ameixa da Armênia). A´rvore mediana (cerca de 10 metros), cujo fruto é amplamente usado por sua semente (principalmente para a fabricação de óleos) e por sua polpa em geléias, etc.

Dedaleiro – lafoensia pacari

Dedaleiro
Dedaleiro

São árvores de tamanho pequeno a médio ameaçada de extinção, nativas do Brasil e Paraguai. Possui flores e frutas muito coloridas. A fruta parece um dedal, o que explica seu nome comum.

Ébano – diospyros ebenum

Ébano
Ébano

Esta árvore perene de altura média cresce muito lentamente até 20 ou 25 metros. O ébano do Ceilão produz uma madeira preta que, entre os séculos 16 a 19 era a madeira mais desejada para a fabricação dos melhores móveis da elite. Hoje, a madeira é perfeitamente usada em obras de arte feitas à mão e para produzir algumas partes de instrumentos musicais (por exemplo, teclas de piano de cauda, ??pescoços, suportes de cordas e tripés para instrumentos), torneados (incluindo peças de xadrez), hastes de facas, porta-escovas e pauzinhos. Também é bom para incrustações de madeira em mosaico. A madeira é extremamente valiosa, por isso é vendida em quilogramas.

Erva Mate – ilex paraguariensis

Erva Mate
Erva Mate

É uma espécie de árvore neotropical nativo das bacias do Alto Paraná e alguns afluentes do Rio Paraguai. Árvore perene que cresce na natureza a até 15 metros de altura, é de cujas folhas são apreciados os famosos ‘chimarrão’ gaúcho. A árvore, aliás, é atribuído o título de ‘árvore símbolo do Rio Grande do Sul’.

Fruta Pão – artocarpus altilis

Fruta Pão
Fruta Pão

Árvore da mesma família da jaqueira, perene que pode atingir alturas superiores a 20 metros, originária da Nova Guiné, as Ilhas Molucas, e a Filipinas. As árvores foram amplamente plantadas em regiões tropicais, incluindo as terras baixas da América Central, o norte da América do Sul e o Caribe. Além da fruta que serve como alimento básico em muitas culturas, a madeira leve e resistente da fruta pão tem sido usada para os estabilizadores, navios e casas nos trópicos.

Gabirobeira – campomanesia

Gabirobeira
Gabirobeira

Aqui destacamos um gênero que inclui dezenas de espécies, mas todas são conhecidas como gabiroba. O gênero define árvores pequenas de alturas entre 3 a 7 metros produtoras de frutos pequenos e carnudos muito usados em sucos ou bebidas alcoólicas. Árvores em sua maioria nativas do Brasil e algumas outras partes da América do Sul.

Graviola – annona muricata

Graviola
Graviola

A origem exata é desconhecida mas esta árvore pequena, com alturas inferiores a 10 metros, é nativa das regiões tropicais das Américas e do Caribe e é amplamente propagada. Seus frutos, folhas e sementes são particularmente interessantes principalmente na medicina. No Brasil, é mais comum ser encontrada na região amazônica.

Ipê Amarelo -tabebuia umbellata

Ipê Amarelo
Ipê Amarelo

É uma árvore de até 25 m de altura com inflorescências muito grandes e quase completamente desprovida de folhas. Nativa do norte e leste da América do Sul, e muito comum em muitos estados brasileiros. É uma árvore comum em ornamentação urbana. Outras espécies também são conhecidas sob o nome Ipê amarelo no Brasil, como tecoma serratifolia e tabebuia alba, e todas pertencem a mesma família bignoniaceae.

Juazeiro -zizyphus joazeiro

Juazeiro
Juazeiro

É uma espécie botânica de árvore frutífera com altura média de 10 metros, símbolo da caatinga do nordeste brasileiro e muito adaptado ao clima quente, semi-úmido a semi-árido. É também encontrada em Bolívia e Paraguai e seu fruto é muito usado pra fazer geléia, por exemplo.

Jaqueira – artocarpus heterophilus

Jaqueira
Jaqueira

Árvore produtora da jaca, comestível e muito apreciada. É nativa da Ásia, provavelmente da Índia. É o fruto nacional do Bangladesh e do Sri Lanka, e o fruto do estado dos estados indianos de Kerala e Tamil Nadu. Aqui no Brasil é muito cultivada tanto essa espécie como também outra espécie de jaqueira, a artocarpus interglifolia.

Lixeira – curatella americana

Lixeira
Lixeira

Esta árvore também é conhecida por vários outros nomes. O nome popular lixiera é dado porque as folhas dessa árvore são tão rígidas e ásperas que são mesmo usadas como lixas. É uma árvore comum no cerrado brasileiro, na Amazônia e até o México. Tem múltiplas utilizações como na marcenaria, na medicina, na apicultura, etc…

Leiteiro – sapium glandulatum

Leiteiro
Leiteiro

Árvore que atinge altura superiores a 15 metros e cujo látex pode também ser útil na fabricação de borrachas. Daí um de seus nomes comuns ser leiteiro. Recorrente nas regiões sul e sudesta do Brasil. Não confundir com sebastiana brasiliensis que também é uma árvore conhecida como leiteiro (leiteirinho).

Macadâmia – macadamia integrifolia

Macadâmia
Macadâmia

Árvore pequena nativa da Austrália, cujo fruto é muito utilizada principalmente pelo seu país de origem tanto na culinária como na fabricação de cosméticos. Há registros de cultivo dessa árvore introduzidos no México.

Mamona – ricinus communis

Mamona
Mamona

A mamona é originária da bacia do sudeste do Mediterrâneo, da África Oriental e da Índia, mas é difundida em todas as regiões tropicais (e amplamente cultivada em outros lugares como planta ornamental). Apreciada principalmente pelo óleo extraído dessa árvore mediana, com altura média de 10 metros.

Mangueira – mangifera indica

Mangueira
Mangueira

Quem não apreciou uma saborosa manga né? Picolé, suco, tortas ou a própria fruta em si que é uma delícia in natura. Se não teve essa oportunidade, experimente e não irá se arrepender. Apesar de ser nativa das florestas do sul e sudeste da Ásia, já é cultivada em muitas regiões do mundo. É considerada a maior árvore frutífra do planeta, já que pode atingir alutra superiores a 100 metros.

Neem – azadirachta indica

Neem
Neem

É uma das duas espécies do gênero azadirachta, e é nativa do subcontinente indiano. Seus frutos e sementes são a fonte do óleo de nim, considerado um dos produtos mais importante comercialmente para agricultura e medicamentos orgânicos.

Paineira – chorisia speciosa

Paineira
Paineira

É uma das várias espécies de árvores conhecidas popularmente como paineira, é natural de regiões do Brasil e da Argentina. É usada como árvore decorativa em áreas tropicais e subtropicais. A fibra contida na fruta, ou capa, é usada como almofada de preenchimento. Não confundir com paineira amarela (ceiba rivieri) ou paineira vermelha (bombax malabaricum).

Pinheiro – pinus

Pinheiro
Pinheiro

Pinheiro é o nome dado a quaquer conífera do gênero pinus, da família pinaceae. São nativos do hemisfério norte e em algumas partes dos trópicos no hemisfério sul. Os pinheiros estão entre as espécies arbóreas comercialmente mais importantes, valorizadas por sua madeira e polpa de madeira em todo o mundo. É desse gênero que mais se procura as famosas árvores de Natal.

Pau Mulato – calycophylum spruceanum

Pau Mulato
Pau Mulato

É uma dessas árvores que demora muito a se desenvolver mas pode atingir alturas superiores a 40 metros. A conotação sexual para o nome popular é óbvia e surgiu pela forma como seu tronco ergue-se semelhante a uma coluna lisa, retilínea e de coloração brilhante, mulata.

Pequi ou Piqui – caryocar brasiliense

Pequi
Pequi

Árvore pequena, inferior a 10 metros, que produz uma fruta que é comestível popular em algumas regiões brasileiras, especialmente nas regiões centro-oeste e nordeste. Cuidado se for apreciar a fruta in natura, pois tem espinhos que podem machucar a gengiva.

Pereira – pyrus

Pereira
Pereira

Várias espécies de pêra são valorizadas por seus frutos e sucos comestíveis, enquanto outras são cultivadas como árvores. É uma árvore mediana, entre 10 a 20 metros de altura, muitas vezes com uma coroa alta e estreita; algumas espécies são arbustivas. Nem preciso dizer que a pêra que apreciamos pertence a essa árvore, né?

Perna de Moça – brachychiton populneus

Perna de Moça
Perna de Moça

Uma árvore pequena, mas que pode ultrapassar os 10 metros de altura e nativa da Austrália. Muito utilizada pelos aborígenes australianos entre outras coisas como itens de culinária ou na fabricação de itens utilitários ou armamentos. Atualmente é apreciada como árvore ornamental.

Pilriteira – crataegus laevigata

Pilriteira
Pilriteira

Árvore arbustiva pequena e espinhosa. Raramente ultrapassa os 10 metros de altura, mas apreciada por sua floração apesar dos espinhos. Diz-se de seus frutos com algum valor medicinal para problemas de coração.

Plátano – platanus

Plátano
Plátano

Todas as espécies do gênero platanus são árvores altas com alturas superiores a 30 metros. São nativas do hemisfério norte mas podem ser vistas espécies pelas regiões sul e sudeste do Brasil. São árvores muito apreciadas para ornamentação de estradas e rodovias por seu crescimento rápido, e altura.

Quaresmeira – tibouchinia gramulosa

Quaresmeira
Quaresmeira

Uma árvore recorrente no Brasil, principalmente nos estado baiano, minieiro e paulista, com altura mediana entre 7 e 10 metros. O nome comum quaresmeira foi dado em função de sua floração coincidir com o período de quaresma no Brasil.

Seringueira – hevea brasiliense

Seringueira
Seringueira

Esta é a principal árvore produtora de látex para borracha conhecida aqui no Brasil, de onde o país teve um importante ciclo comercial de produção no século 19. Atualmente ainda é muito cultivado no país, embora nosso maior consumo de borracha ainda seja de exportação.

Sândalo – santalum album

Sândalo
Sândalo

Árvore pequena com altura inferios a 09 metros, nativo da Índia, Indonésia e do Arquipélago Malaio. Certas culturas atribuem grande importância às suas qualidades aromáticas e medicinais. Também é considerado sagrado em algumas religiões e é usado em diferentes tradições religiosas. O alto valor da espécie causou sua exploração no passado, a ponto de a população silvestre estar vulnerável à extinção.

Sequoia – sequoia sempervirens

Sequoia
Sequoia

Esta espécie inclui as árvores vivas mais altas da Terra, alcançando até 115 m de altura (sem as raízes ) e até 9 m de diâmetro na altura do peito. Essas árvores também estão entre as coisas vivas mais antigas da Terra.

Serigüela – spondias purpurea

Serigüela
Serigüela

Árvore pequena, inferior a 10 metros de altura, nativa das Américas. Aqui no Brasil é muito recorrente na região nordeste, nos biomas cerrado e caatinga. Uma das principais utilizações está em seu fruto docinho que é usado na confecção de muita coisa gostosa, como doces, sorvetes ou mesmo pra apreciar como fruta em si.

Sorveira – couma utilis

Sorveira
Sorveira

Árvore pequena, inferior a 10 metros, tipicamente latino americana, usada principalmente por seu látex mas também aprecia-se seu fruto. O látex é usado na fabricação de plástico, borrachas, vedantes e também é comestível e considerado medicinal.

Tamarindo – tamarindus indica

Tamarindo
Tamarindo

Devido aos muitos usos do tamarindo, ele é cultivado em todo o mundo em zonas tropicais e subtropicais. Consome-se bastante dessa fruta no norte e nordeste brasileiro. Árvore mediana, entre 10 e 20 metros, originária da África tropical.

Tamboril – enterolobium contortisiliquum

Tamboril
Tamboril

Árvore pequena arbustiva nativa da floresta brasileira, inferior a 10 metros de altura, produtora de um fruto negro muito semelhante a uma orelha humana. Muito usada como árvore ornamental, na medicina, em fabricação de jangadas e tambores.

Umbuzeiro – spondias tuberosa

Umbuzeiro
Umbuzeiro

Pequena árvore com crescimento médio de 6 metros nativa do nordeste do Brasil, onde cresce na Caatinga, a mata chaparral que cresce em áreas secas do sertão. Hoje compreende-se melhor o grande valor dessa árvore nessa região árida, tanto pelo fruto e seu valor nutritivo, como pela capacidade de armazenamento de água que essa árvore possui.

Urucum – bixa orellana

Urucum
Urucum

Pequena árvore arbustiva de até 10 metros originária da região tropical das Américas. A árvore é mais conhecida mesmo como a fonte de urucum, um condimento laranja-vermelho natural obtido dos arcos cerosos que cobrem suas sementes, muito utilizado na culinária americana e também como corante industrial para adicionar cor amarela ou laranja a muitos produtos como manteiga, queijo, salsichas, bolos e pipoca.

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Um comentário

  1. Muito legal esta relacao de plantas.

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