Tipos de Marimbondo: 7 Espécies com Nome, Foto e Picada (2026)

Resposta rápida

O marimbondo carniceiro (Agelaia pallipes) é uma vespa social brasileira que come carniça — daí o nome. Vive em colônias de até 16.500 indivíduos, pica várias vezes sem perder o ferrão e está presente em todo o Brasil, do quintal à floresta. É a única vespa brasileira conhecida por se alimentar sistematicamente de carcaças de animais.

O marimbondo carniceiro (Agelaia pallipes) é uma das vespas sociais mais comuns no Brasil. Ele recebe esse nome pela dieta inusitada: além de insetos, visita carcaças de animais mortos para obter proteínas. Neste guia você encontra tudo sobre o marimbondo carniceiro — como identificar, se é perigoso, o que fazer se for picado — e conhece outros tipos de marimbondo que vivem no país, com características de cada um.

Se você viu um inseto escuro e pequeno voando em grupo perto de casa, há boa chance de ser ele. Continue lendo para saber como identificar, o que fazer se for picado e como manter esses insetos longe.

Marimbondo carniceiro (Agelaia pallipes) fotografado de perto, mostrando corpo preto-azulado com reflexo metálico característico
Marimbondo carniceiro (Agelaia pallipes) — corpo preto-azulado com reflexo metálico. Foto: acervo Mundo Ecologia

O Que É o Marimbondo Carniceiro?

O marimbondo carniceiro é uma vespa social da família Vespidae, tribo Epiponini. Seu nome científico é Agelaia pallipes (Olivier, 1791). No Brasil, também é chamado de vespa cassununga, caba curumim (Amazonas), papa-carne (Rio Grande do Sul) e marimbondo-de-peixe (Nordeste).

O nome popular “carniceiro” vem diretamente da alimentação. Assim como os animais carniceiros — abutres, por exemplo — essa vespa consome carcaças para absorver proteínas e sais minerais. Esse comportamento é raro entre as vespas e torna o marimbondo carniceiro biologicamente fascinante.

Resumo rápido: o marimbondo carniceiro é uma vespa pequena, preta-azulada, presente em todo o Brasil, que vive em colônias de até 16.500 indivíduos e é a única vespa brasileira conhecida por se alimentar de carniça além de insetos.

Como Identificar o Marimbondo Carniceiro

Identificar o marimbondo carniceiro é mais simples do que parece. Preste atenção a esses pontos:

  • Cor: corpo preto-azulado com reflexo metálico. Asas escurecidas, quase pretas.
  • Tamanho: entre 1 e 1,5 cm. Menor que o marimbondo-cavalo e menor que a maioria dos marimbondos-amarelos.
  • Voo em grupo: raramente anda sozinho. O padrão são grupos de 2 a 5 indivíduos em trajetória rápida e direta.
  • Presença perto de carniça: vespas escuras em carne em decomposição são um indicador forte — poucas outras espécies fazem isso.
  • Sem amarelo: ao contrário do marimbondo-amarelo, o carniceiro não tem faixas amarelas. É todo escuro.

Para um guia aprofundado com fotos de identificação, leia nosso artigo dedicado: marimbondo preto: identificação, picada e espécies.

Habitat: Onde o Marimbondo Carniceiro Vive

O marimbondo carniceiro tem distribuição ampla na América do Sul. Ocorre no Brasil (em todas as regiões), Venezuela, Colômbia, Equador, Bolívia, Argentina, Suriname e Costa Rica.

No Brasil, aparece tanto em florestas fechadas quanto em áreas abertas — incluindo quintais urbanos. Como precisa de água para sobreviver, instala-se perto de rios, lagos e riachos. Mas também surge em cidades com piscinas, calhas entupidas ou vasos com água parada.

Durante os períodos de seca, a colônia intensifica a busca por água e alimento. Nesse período, o marimbondo carniceiro aparece com mais frequência em áreas urbanas — inclusive em açougues, frigoríficos e feiras de rua, atraído pelo cheiro de carne.

Alimentação: Por Que o Nome “Carniceiro”?

A dieta do marimbondo carniceiro é variada, mas o que o diferencia das outras vespas é o consumo de matéria orgânica em decomposição:

  • Insetos: moscas, grilos, mariposas e outros artrópodes (invertebrados com exoesqueleto), capturados no ar e no solo.
  • Carniça: carcaças de animais mortos. A vespa extrai proteínas, água e sais minerais dos tecidos em decomposição.
  • Filhotes de aves: estudos científicos registraram a espécie predando ninhegos em ninhos (Frankhuizen et al., 2020, Ethology).
  • Néctar e frutas maduras: parte da dieta, principalmente para as operárias adultas.

Pense num abutre em miniatura. Ao consumir carcaças, o marimbondo carniceiro reduz focos de bactérias e acelera a decomposição da matéria orgânica — um serviço ecológico concreto e pouco reconhecido.

Ninho e Vida em Colônia

O ninho do marimbondo carniceiro é do tipo stelocítaro gimnódomo — construído dentro de cavidades naturais, como fendas de árvores, buracos no solo ou frestas em paredes. Diferente do marimbondo-amarelo, o ninho não fica exposto: está escondido.

Uma colônia de Agelaia pallipes pode ter até 16.500 indivíduos — um dos maiores registros entre vespas sociais do mundo. A estrutura funciona assim:

  • Rainha: responsável pela reprodução. Pode haver mais de uma por colônia (espécie polígina).
  • Operárias: fêmeas estéreis que caçam, buscam água e defendem o território.
  • Machos: presença breve, com função exclusiva de reprodução.
Marimbondo carniceiro em ninho construído dentro de cavidade fechada, comportamento típico da Agelaia pallipes
Ninho do marimbondo carniceiro: construído em cavidades fechadas, raramente visível do lado de fora

Para entender como esses insetos crescem e se organizam ao longo da vida, leia nosso artigo sobre o ciclo de vida do marimbondo.

Picada do Marimbondo Carniceiro: É Perigoso?

O marimbondo carniceiro é uma espécie peçonhenta — possui veneno que injeta ativamente. Em condições normais, não ataca sem provocação. O comportamento agressivo ocorre quando há ameaça ao ninho ou quando a vespa é encurralada.

Ao contrário das abelhas, as vespas podem ferroar várias vezes sem perder o ferrão. Isso é importante: uma perturbação perto do ninho pode resultar em múltiplas picadas simultâneas de dezenas de indivíduos.

Pesquisadores da FAPESP estudam as moléculas do veneno de Agelaia pallipes por potencial biomédico — dois peptídeos (Protonectin e Agelaia-MP) foram identificados com possíveis aplicações em farmacologia futura.

Sintomas comuns de uma picada

  • Dor imediata no local da ferroada
  • Vermelhidão e inchaço
  • Coceira intensa
  • Sensação de queimação que pode durar horas

Sinais de reação alérgica grave — vá à emergência imediatamente

  • Dificuldade para respirar
  • Inchaço no rosto, lábios ou garganta
  • Tontura ou desmaio
  • Queda de pressão arterial (pele fria, suor)

O que fazer após uma picada

Cuidados após picada de marimbondo: lavar com água e sabão e aplicar gelo para reduzir inchaço
Primeiros cuidados após picada de marimbondo: lavar com água e sabão é o primeiro passo
  1. Saia da área — o marimbondo libera feromônios de alarme que acionam a colônia inteira.
  2. Lave o local com água e sabão.
  3. Aplique gelo envolto em pano por 10 a 15 minutos para reduzir dor e inchaço.
  4. Tome anti-histamínico oral se disponível (ex.: loratadina, cetirizina).
  5. Sintomas graves? Vá ao pronto-socorro. Não espere.

Picadas múltiplas exigem atenção médica mesmo sem histórico de alergia — o volume de veneno pode sobrecarregar o organismo. Encontrou um ninho em casa? Antes de agir, leia nosso guia: como tirar ninho de marimbondo com segurança.

Comparativo: Marimbondo Carniceiro vs. Outros Tipos

A tabela abaixo mostra as principais diferenças entre o marimbondo carniceiro e as outras espécies mais comuns no Brasil. Use para identificar o inseto que você viu.

Espécie Cor Tamanho Ninho Agressividade Destaque
Carniceiro (Agelaia pallipes) Preto-azulado 1–1,5 cm Escondido em cavidades Moderada Come carniça
Amarelo (Polistes spp.) Amarelo com preto 1,5–2 cm Exposto em vegetação Alta perto do ninho Muito comum em residências
Taranta (Synoeca surinama) Negro-azulado brilhante ~2,5 cm Placa exposta em paredes Muito alta Uma das picadas mais dolorosas
Cavalo (Pepsis spp.) Preto com asas alaranjadas Até 5 cm Solitário Baixa (solitário) Picada mais dolorosa (Schmidt 4)
Tatu (Polybia spp.) Marrom-escuro 1–1,5 cm Oval blindado, até 1,5 m Alta Ninho parece carapaça
Perdiz (Mischocyttarus spp.) Marrom-alaranjado 1–1,8 cm Pequeno, aberto, em favo Baixa a moderada Um dos marimbondos mais dóceis

Outros Tipos de Marimbondo no Brasil

O Brasil abriga dezenas de espécies de vespas sociais. Conheça as principais que convivem com o marimbondo carniceiro no mesmo ambiente:

Marimbondo-Taranta (Synoeca surinama)

O taranta tem corpo negro-azulado brilhante. A picada é considerada das mais dolorosas entre as vespas brasileiras. Constrói ninhos em superfícies planas — muros, troncos e paredes — e reage em massa ao menor sinal de ameaça.

  • Comprimento: cerca de 25 mm
  • Ninho: exposto, em formato de placa, em superfícies verticais
  • Agressividade: muito alta

Agenioideus Nigricornis

Vespa solitária de pequeno porte. Não forma colônias. Alimenta-se de aranhas paralisadas, que usa para alimentar as larvas. Tem baixa agressividade e raramente interage com humanos.

  • Comprimento: entre 4 e 12 mm
  • Modo de vida: solitário
  • Comportamento: dócil, sem enxames

Marimbondo-Amarelo

Uma das espécies mais comuns no cotidiano brasileiro. Coloração amarela com faixas pretas, parecida visualmente com a abelha. Constrói ninhos grandes em vegetação, beirais e forros. A agressividade aumenta muito perto do ninho.

  • Cor: amarelo com faixas pretas
  • Ninho: em formato de bola ou cone, em árvores e edificações
  • Agressividade: moderada a alta

Saiba mais: marimbondo amarelo: características, nome científico e fotos.

Marimbondo-Tatu

Recebe o nome pelo ninho oval e blindado — lembra a carapaça de um tatu. Os ninhos podem chegar a 1,5 metro de diâmetro. Reage com intensidade quando perturbado.

  • Tamanho do ninho: até 1,5 m de diâmetro
  • Localização: aéreo, em vegetação
  • Agressividade: alta

Veja o artigo completo: marimbondo-tatu: características, nome científico e fotos.

Marimbondo-Cavalo

O maior marimbondo do Brasil, podendo atingir 5 cm com ferrão de até 1 cm. A picada é classificada no nível 4 da Escala Schmidt — o máximo registrado em insetos. Apesar da aparência intimidante, é solitário e raramente ataca sem provocação direta. Caça exclusivamente aranhas caranguejeiras para alimentar as larvas.

  • Comprimento: até 5 cm
  • Ferrão: até 1 cm
  • Dor da picada: nível 4 na Escala Schmidt (máximo)
  • Modo de vida: solitário

Marimbondo-Perdiz

Um dos marimbondos mais dóceis — raramente ataca sem provocação direta. Constrói ninhos pequenos e abertos, com células visíveis em formato de favo. Muito comum em jardins e varandas. Costuma ser confundido com o marimbondo-amarelo pelo tamanho parecido.

  • Cor: marrom-alaranjado com marcas claras
  • Ninho: pequeno, aberto, sem envelope protetor
  • Agressividade: baixa a moderada

Veja também nosso guia completo sobre o marimbondo-perdiz: características e nome científico, e sobre o marimbondo preto: identificação, picada e espécies.

Características Gerais dos Marimbondos

Os marimbondos são insetos da ordem Hymenoptera — o mesmo grupo das abelhas e formigas. Existem espécies solitárias e sociais. As sociais vivem em colônias com divisão de funções; as solitárias criam ninhos individuais.

  • Ferrão: só nas fêmeas. Diferente das abelhas, as vespas podem ferroar várias vezes.
  • Mandíbulas: fortes, para mastigar alimentos e construir o ninho.
  • Asas: dois pares usados em conjunto no voo.
  • Organização social: divisão clara entre rainha, operárias e machos nas espécies sociais.

Segundo pesquisa apoiada pela FAPESP, os marimbondos passaram a viver em colônias governadas por operárias há cerca de 55 milhões de anos. Isso mostra o quanto a estrutura social dessas vespas é antiga e consolidada — muito antes de qualquer registro humano.

Para números detalhados sobre peso, tamanho e outras medidas, veja nossa ficha técnica do marimbondo.

O Papel Ecológico dos Marimbondos

Os marimbondos têm três funções ecológicas principais — todas essenciais para o equilíbrio do ambiente:

1. Controle natural de pragas. Vespas sociais caçam lagartas, moscas, grilos e outros insetos. Uma colônia de marimbondo pode capturar centenas de insetos por dia. Isso reduz naturalmente populações de pragas agrícolas sem uso de pesticidas.

2. Decomposição acelerada. O marimbondo carniceiro especificamente ajuda a decompor carcaças, reduzindo focos de bactérias e patógenos no ambiente.

3. Polinização. Ao visitar flores em busca de néctar, algumas espécies transportam pólen entre plantas. Embora sejam polinizadores menos eficientes que as abelhas, contribuem para a reprodução de diversas espécies vegetais.

: matar um marimbondo longe do risco direto geralmente é um erro ecológico. Eles são aliados do jardim e do campo.

Marimbondo Carniceiro na Entomologia Forense

Há um ângulo menos conhecido e fascinante da biologia do marimbondo carniceiro: seu papel na entomologia forense — a ciência que usa insetos para auxiliar investigações criminais.

Quando um animal (ou uma pessoa) morre e o corpo começa a se decompor, uma sequência previsível de insetos chega à carcaça em fases distintas. O Agelaia pallipes é particularmente ativo na fase fresca de decomposição — os primeiros dias após a morte. Estudos publicados na Revista Brasileira de Entomologia (Gomes et al., 2007) documentaram que a espécie aparece em 98% das ocorrências durante essa fase inicial.

Isso tem implicação prática: a presença ou ausência do marimbondo carniceiro em uma carcaça ajuda os peritos a estimar o intervalo pós-morte — quanto tempo se passou desde a morte do animal. É uma ferramenta auxiliar em casos de medicina legal.

Para o leigo, o dado mais surpreendente é esse: o mesmo inseto que causa susto no quintal pode ser uma peça-chave em uma investigação científica. A natureza reutiliza recursos de maneiras que ainda estamos aprendendo a compreender.

Como Manter Marimbondos Longe de Casa

Se o marimbondo carniceiro está aparecendo com frequência, é porque encontrou alimento, água ou abrigo perto. As medidas abaixo reduzem a atratividade do local:

  • Retire fontes de carniça: descarte restos de carne em lixo fechado. Limpe grelhas e churrasqueiras após o uso.
  • Elimine água parada: calhas entupidas, pratos de vasos, piscinas sem circulação — todos são fontes de água para a colônia.
  • Vede frestas: o ninho é construído em cavidades. Tampe fendas em paredes, vigas e frestas no telhado.
  • Use telas em janelas: impedem a entrada de indivíduos isolados dentro de casa.
  • Não deixe alimentos expostos: frutas maduras, restos de alimento e lixo aberto atraem operárias forrageadoras.

Encontrou um ninho ativo e próximo de pessoas? Não tente retirar sozinho. O guia a seguir explica o procedimento correto: como remover um ninho de marimbondo com segurança.

Perguntas Frequentes sobre o Marimbondo Carniceiro

O marimbondo carniceiro é perigoso?

Para a maioria das pessoas, uma picada causa dor local, inchaço e coceira — desconfortável, mas não grave. O perigo real aparece em dois casos: (1) pessoas com alergia ao veneno de vespas podem desenvolver anafilaxia, uma reação potencialmente fatal; (2) perturbação de uma colônia grande pode resultar em dezenas de picadas simultâneas, o que é grave mesmo sem alergia prévia. Em condições normais, sem ameaça ao ninho, o marimbondo carniceiro é discreto.

Qual é o nome científico do marimbondo carniceiro?

O nome científico é Agelaia pallipes (Olivier, 1791). Pertence à família Vespidae, subfamília Polistinae, tribo Epiponini. No Brasil, é conhecido também como vespa cassununga, caba curumim (Amazônia), papa-carne (Sul) e marimbondo-de-peixe (Nordeste) — todos nomes para a mesma espécie.

O marimbondo carniceiro faz ninho visível?

Não. O ninho é construído dentro de cavidades fechadas — fendas em árvores, buracos no solo, frestas em paredes ou entre telhas. Isso o torna diferente do marimbondo-amarelo (ninho exposto em vegetação) e do taranta (placa colada na parede). Se você não vê o ninho mas vê vespas pretas saindo de um buraco, provavelmente é o carniceiro.

Como diferenciar o marimbondo carniceiro de outras vespas?

Os três indicadores mais confiáveis: (1) corpo preto-azulado sem faixas amarelas; (2) tamanho pequeno, entre 1 e 1,5 cm; (3) comportamento de visitar carne em decomposição — nenhuma outra vespa comum no Brasil faz isso de forma sistemática. Vespas amarelas com faixas pretas são geralmente marimbondo-amarelo ou marimbondo-perdiz.

O que fazer ao encontrar um ninho de marimbondo carniceiro em casa?

Não tente remover sozinho, especialmente se o ninho for grande ou estiver em local de difícil acesso. O ideal é contratar uma empresa de dedetização com equipamento de proteção adequado. Se precisar agir antes, use roupas compridas, luvas e aplique inseticida em aerossol à noite, quando a colônia está em repouso — e recue imediatamente. Leia nosso guia completo: como retirar ninho de marimbondo com segurança.

O marimbondo carniceiro transmite doenças?

Não há registro de transmissão de doenças infecciosas pela picada do marimbondo carniceiro. O risco está no veneno — não em patógenos. O contato com a carniça que ele visita não representa perigo para humanos em condições normais de convivência.

O marimbondo carniceiro é a mesma coisa que a vespa cassununga?

Sim. “Vespa cassununga” é um dos nomes populares regionais de Agelaia pallipes. O mesmo inseto também é chamado de caba curumim na Amazônia, papa-carne no Rio Grande do Sul e marimbondo-de-peixe no Nordeste — todos nomes para a mesma espécie.

Fonte: FAPESP — Marimbondos passaram a ser governados por operárias há 55 milhões de anos | Frankhuizen et al. (2020), Ethology, 126:1090–1097 | Gomes et al. (2007), Revista Brasileira de Entomologia, 51(3).

Leia também: Quais São os Predadores do Marimbondo e Seus Inimigos?

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